Parintinense vai pagar R$ 74,00 no gás de cozinha com reajuste da Petrobrás

Noticia Atualizada em 10/10/2017
Parintinense vai pagar R$ 74,00 no gás de cozinha com reajuste da Petrobrás
Foto: Reprodução da internet

O reajuste em 12,9% no preço do gás de cozinha anunciado pelo Petrobrás e que passa a vigorar a partir de quarta-feira, 11 de outubro, em Parintins vai elevar o valor do botijão de 13 quilos para R$ 74,00, uma vez que antes o consumidor parintinense pagava R$ 65,00 na botija e agora houve o acréscimo de R$ 8,39.

 

Em Parintins o preço do botijão de gás de 8 quilos que custava R$ 48,00 terá um acréscimo de R$ 5,94 e vai ser vendido no comércio local a R$ 53,94.

 

Reajuste

De acordo com o anúncio, o Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras definiu novo reajuste do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, vendido em botijões de até 13 quilos (GLP P-13), conhecido como gás de cozinha. O aumento será, em média, de 12,9% e começa a vigorar amanhã (11).

 

A Petrobras informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o aumento, calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho deste ano, reflete “principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional”. A companhia acrescentou que, como a legislação brasileira “garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor”. O impacto no consumo dependerá de repasses por distribuidoras e revendedores, advertiu.

 

A empresa destacou que o ajuste não tem incidência de tributos. Caso seja repassado integralmente aos preços ao consumidor final, a estimativa é que o preço do botijão de GLP P-13 suba em torno de 5,1%, em média, ou cerca de R$ 3,09 por botijão, informou a Petrobras. O último reajuste foi feito em 26 de setembro.

 

Sindigás

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) calcula que o reajuste oscilará entre 7,8% e 15,4%, de acordo com o polo de suprimento.

 

De acordo com a entidade, a correção aplicada não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional. Diante disso, o Sindigás estima o preço do produto para botijões até 13 quilos “ficará 6,08% abaixo da paridade de importação, o que inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento”.

 

Combustíveis

Também amanhã (11), entram em vigor novos reajustes para diesel e gasolina. Para o diesel, o Grupo Executivo de Mercado e Preços estabeleceu queda de 0,2%, que se soma à redução de 1,3%, em vigência hoje (10). Para a gasolina, foi estabelecida retração de 2,6%, após aumento de 1,5% que vale a partir desta terça-feira.